Fale conosco pelo WhatsAppFale conosco pelo WhatsAppEnvie uma mensagem

Infiltração na Coluna Lombar: Principais dúvidas

médico fazendo procedimento de infiltração na coluna lombar no paciente

Também chamada de bloqueio anestésico, a infiltração na coluna lombar é um procedimento minimamente invasivo indicado para o alívio da dor que afeta a porção inferior da coluna. Trata-se de um tratamento auxiliar que pode ser aplicado em pontos específicos do corpo, bloqueando os estímulos dolorosos e atuando de maneira analgésica e anti-inflamatória.

A infiltração na coluna lombar é um tratamento conservador que atua de maneira auxiliar em processos inflamatórios e compressões nervosas associadas a hérnias de disco, artroses, escoliose e doenças degenerativas que afetam a coluna. Além de promover o alívio dos desconfortos apresentados pelo paciente, o procedimento ajuda no diagnóstico da origem da dor.

Muito eficiente no tratamento de dores na coluna e capaz de evitar a necessidade de uma intervenção cirúrgica, a infiltração na coluna lombar ainda gera muitos questionamentos no que diz respeito à forma como o procedimento é realizado e seus benefícios. Confira a seguir as principais informações referentes ao assunto, e tire suas dúvidas em relação ao método.

Como é feita a infiltração na coluna lombar?

O bloqueio na coluna lombar é realizado a partir da introdução de uma agulha que atinge a região da coluna por onde passam os nervos e injeta um medicamento que promove alívio da inflamação e controle da dor. Esta agulha é guiada por equipamentos de imagem, garantindo a precisão no momento da aplicação.

Em geral, o procedimento é rápido e seus efeitos são sentidos logo nos primeiros momentos após a aplicação. A duração do alívio promovido varia caso a caso, podendo ser necessário realizar uma nova infiltração na coluna lombar após alguns meses.

Quando o procedimento é indicado?

A infiltração na coluna lombar é geralmente indicada para casos de dor crônica na região, além de ser recomendada para a realização de testes terapêuticos que visam investigar a origem da dor. No primeiro caso, o procedimento é parte do tratamento de doenças degenerativas, compressões nervosas, hérnias, contraturas musculares e outras alterações que afetam ossos, articulações, ligamentos, nervos e músculos da coluna.

Quando usado para identificar a origem da dor, o procedimento permite que o especialista faça o bloqueio seletivo das estruturas, podendo assim determinar se ela é a fonte do problema.

A infiltração é um procedimento dolorido?

Para garantir o conforto do paciente, a infiltração de coluna lombar é realizada após aplicação de um anestésico local. Caso necessário, metodologias de sedação também podem ser utilizadas. Embora o paciente possa, sim, sentir um pouco de dor no local da aplicação, este é um desconforto leve e que passa após alguns dias.

Existem riscos?

Todo procedimento médico certamente envolve alguns riscos e pode trazer efeitos colaterais. Além da possibilidade de o paciente sentir dor no local, pode ocorrer lesão neurológica, dores de cabeça, sangramento e reações à medicação aplicada.

Vale lembrar, porém, que a ocorrência dessas complicações é bastante rara, e a intervenção é segura e eficiente. Para minimizar a possibilidade de que ocorram efeitos inesperados, o procedimento deve ser feito em ambiente hospitalar e por um cirurgião especializado em coluna.

Infiltração na coluna lombar: quais são os benefícios?

Além do alívio da dor, o paciente que passa por um procedimento de infiltração na coluna lombar pode observar os seguintes benefícios:

  • Quebra do ciclo de dor crônica;
  • Rápida recuperação;
  • Possibilidade de evitar uma cirurgia de coluna futuramente;
  • Agressividade mínima oferecida pelo procedimento;
  • Reabilitação fisioterápica;
  • Rápido retorno às atividades.

Para saber mais sobre a infiltração na coluna lombar, tirar outras dúvidas a respeito do tratamento e descobrir se este é um procedimento indicado para seu caso, entre em contato e agende uma consulta com o cirurgião ortopedista Dr. Carlos Barsotti.

Fontes:

Sociedade Brasileira de Coluna;

Hospital Israelita Albert Einstein.